quinta-feira, setembro 24, 2009

Minha Infância Rock and Roll

Escrever é algo que do qual não sou muito fã. Ler sim, escrever não. Engraçado, já que estou aqui me metendo a escritor de blog.. piada né, ou como diria minha esposa "Fanfarronise pura". Meu primeiro contato com o tal do Rock and Roll foi quando o Medina lançou o Rock in Rio II e veio o Faith No More.
Eu tinha 6 anos e nem sabia o que era Rock. Nossa que louco o Mike Patton rolando de um lado pro outro! Eu fiquei amarradão logo pensei quero ser que nem ele.

Ali começa minha vida Rock n Roll que anos mais tarde me traria boas histórias para contar.
Depois disso veio a fase Kurt Cobain, quando kurt morreu lembro muito bem de aparecer na tv a notícia de que morria o lider do nirvana. Não entendi muito bem pq tinha apenas 10 anos e só queria saber jogar
futebol e soltar a minha pipa, mas já tinham as influências roqueiras rolando...

sempre teve o radinho com os sons da hora: Transamerica, RPC e Rádio Cidade tocavam o Rock and Roll da epóca, então rolava muito Pearl Jam, Nirvana, Faith No More, Information Society e etc...
Ae veio a fase Guns and Roses, logo de cara o appetite for destruction, Vinil bão aquele ô, ouvia junto com a minha mãe, aliás eu ia na onda dela. Depois cismei que tinha que ouvir o tal do nirvana, já que os meus amigos, sempre mais velhos que eu, tinham uma banda de nirvana cover e eu ficava apurrinhando só desafinando o violão.

Peguei o crássico Nevermind e me amarrei. Já conhecia smells e comes da rádio, as outras vieram de brinde. Nunca vou me esquecer dos acordes (anos mais tardes descobri que era  a coisa mais simples do mundo, mas na epóca né) nervosos de Territorial Pissings. Boa banda! Depois disso era show calça rasgada e casaco de flanela, o grunge (ahahaha).

Eu tive um vizinho chamado Vinicius e ele tinha uma banda de Punk Rock chamada Yellow Cake. Ele viu que eu me amarrava em rock e como o cara tinha uma coleção de vinil e a maioria estava mudando suas coleções pra cd, me deu boa parte dos vinis dele.

Aff, um achado na minha mão. Fui correndo pra casa ouvir coisas do naipe como:

Metallica: os 4 primeiros albuns
Megadeth: peace sells e o So far So Good.
Napalm Death: From Enslavement To Obliteration
Sepultura: os 4 primeiros Albuns.
Ratos de Porão: Brasil e o Anarcofobia

Pronto, era tudo que minha mãe precisava para acabar com a paz que reinava em casa! O som vivia no ultimo volume e
da-lhe metal pra todos... Ae vieram os shows de rock! Fui muito ao studia bar em Pendotiba - Niterói, nessa epóca ainda morava em nikity. Altas bebedeiras e altos shows. Hahahahah


Foi ae que cismei em ser roqueiro. Peguei a viola da minha prima e fui ganhar o mundo. Tive uma aula de baixo mal e porcamente mas o necessário pra ir a luta. tocava varias musicas iradas tipo:
“Que país é esse?” e coisas do genero 3 acordes.


Bom ae tudo bem, pior era o meu primo que não aguentava mais ouvir o meu violão desafinado (e eu achando que era o supra sumo do violão). Fui tocar com uns camaradas em Guaratiba's stone devo dizer que foi um fiasco, nessa epóca achei que poderia ser o Burnquist mas depois de um tombo que quase me partiu em 3 desisti rapidamente.

Então cismei em ser Roadie. Enfim, esse tal Rock não me largava nem eu a ele, e fui com os amigos do Siri Atomico (otima banda da zona oeste). Anos depois encontrei o Guto, uns dos guitarras do Siri, com a banda dele de Thrash que eu tmbm me amarrava mas nem lembro o nome =( . Fiquei na minha, so nos 3 acordes da vida ate que inventei de fazer um HC Gospel la na church que eu frequentava na Barra. E lá fomos nós e mandamos bem nas nossas versões HC dos Louvores Evangélicos. foi maneiro eu de gravatinha, camisa social e all star, bem oldschool hahahaha

E não
é que a galera da Church se amarrou ? Tem doido pra tudo nessa vida. Depois fui pra JPA onde minha verdadeira Historia começou.

Nessa epoca ja estava no começo da onda Nu Metal e eu ainda nos Thrash's Bay Area da vida, conheci uma galera que estava procurando baixista e eu me sentindo o Steve Harris do baixo (que Piadaaaa braba) fui lá fazer um teste. Acho que ficamos umas 3 horas e so conseguimos tocar Hey joe (aliás era a unica).

E foi lá que eu conheci meu grande amigo Zé "coe veio" Augusto, Lendário Guitarrista da banda Cabeçudos. Foi legal pq eu lembrava de atravessar a ponte bem na hora do cidade do Rock tocando "PNC" ... conhecer um dos autores foi o maximo!
Bom, por hoje chega. Dessa união ainda tem muita História pra contar...


Um comentário:

HILLER disse...

Eu ainda amo o Kurt!
kkkkk

Adorei o blog, não deixe de escrever, nunca.

E bora prum rock'n rolllll!

bjks!